sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Imagem do dia: Tempestade gigante em Saturno

                    Sonda Cassini da NASA fotografa super-furacão no pólo norte do planeta





A sonda Cassini da NASA voltou a captar imagens dos fenómenos climáticos extremos que acontecem em Saturno. Desta vez, apresenta uma fotografia de uma super-tempestade no pólo norte do planeta. Foi captada há dois dias a uma distância de 361 mil quilómetros.  
Esta imagem é importante visto que até há pouco tempo aquela região saturniana era muito difícil de observar. O principal motivo residia no facto do planeta estar a passar pelo seu comprido inverno de 15 anos.
Só era possível detectar estes fenómenos através de raios infravermelhos. Em 2009, acabou o Inverno e a luz do Sol voltou a entrar na região, permitindo a observação desta tempestade, parecida à que os astrónomos descobriram há seis anos no polo sul.

Em 2006, a mesma sonda detectou uma tempestade com uma largura até dois terços a da Terra, no pólo sul do planeta. Essa foi a primeira vez que se observou um fenómeno semelhante aos furacões terrestres no Sistema Solar.
Os astrónomos pensam que estas tempestades se forma da mesma forma que furacões através do ar quente e húmido nas camadas baixas.

As Nuvens da Constelação Cygnus



Nuvens de gás e poeira se espalham através desse magnífico mosaico cobrindo um campo de visão de 12 x 12 graus dentro da constelação de Cygnus. A paisagem celeste colaborativa, é na verdade uma combinação de imagens de banda larga e de banda restrita com os dados apresentados utilizando a chamada paleta Hubble, e é ancorada pela brilhante e quente, estrela supergigante Deneb, localizado abaixo do centro perto da borda esquerda. A estrela alpha da constelação de Cygnus, Deneb, está no topo do asterismo conhecido como a Cruz do Norte e é vista perto do espaço escuro conhecido como o Saco de Carvão do Norte. Abaixo da estrela Deneb estão as reconhecíveis nebulosas da América do Norte e do Pelicano, a NGC 7000 e a IC 5070, respectivamente. Outra estrela supergigante vermelha, a Sadr, ou Gamma Cygni, está perto do centro do campo de visão um pouco acima das asas brilhantes da Nebulosa da Borboleta. Se você desenhar uma linha contínua para cima e para a direita irá encontrar a nebulosa mais compacta, conhecida como Nebulosa Crescente e finalmente chegará à Nebulosa da Tulipa, perto do topo da imagem. A maior parte dessas complexas nebulosidades está localizada a aproximadamente 2000 anos-luz de distância da Terra. Juntamente com o Sol, elas se localizam no braço espiral de Orion da nossa galáxia, a Via Láctea.

EUA planejavam detonar bomba atômica na Lua



Muita gente conhece a famosa Guerra Fria que ocorreu logo após a segunda guerra determinando a luta entre EUA e União Soviética ou então Capitalismo X Socialismo, o EUA ganhou quando “enviaram astronautas para lua” (eles dizem) e uma série de coisas que ajudou o capitalismo a ganhar, mas não vamos entrar muito em detalhes para nãofugir do foco desse artigo.

Pouca gente sabe que de acordo com uma reportagem publicada pelo jornal The Telegraph, os americanos planejavam explodir bombas atômicas na Lua como forma de intimidar a União Soviética durante a Guerra Fria. Entre as pessoas que colaboraram com cálculos avaliados pelo governo americano estava o astrônomo Carl Sagan que, na época, era bastante jovem.

Soa meio louca essa idéia de explodir bomba atômica na lua, depois que foi usado a bomba nuclear no Japão já deveríamos ter deixado de fabricar não é?

Mas como sempre o homem é ignorante, mas por que não explodiram?

Não tinha tecnologia suficiente?

Não sabemos, mas o que dizem é que os militares abandonaram essa idéia, que deveria ter acontecido em 1959, por temer os efeitos colaterais que a Terra poderia sofrer no caso de algo dar errado.

Então por que tiveram essa ideia?

De acordo com o físico Leonard Reiffe, que teria participado do "Projeto A119", como era conhecido, esse plano daria aos Estados Unidos o ânimo que precisavam depois de terem visto os adversários colocarem em órbita o primeiro satélite artificial do mundo, em 1957.

Qual a prova que existe disso tudo?

Há documentos secretos que comprovam a existência do plano, eles foram mantidos em segredo por quase 45 anos e os EUA nunca confirmou formalmente o seu envolvimento nesse estudo.

Em vez de explodir bombas na Lua, o país resolveu, então, apostar na corrida espacial contra a União Soviética, o que levou os Estados Unidos a enviarem o “primeiro ser humano” para a Lua, em julho de 1969. O que dissemos no começo.

Se realmente foi verdade como que eles pretendiam lançar a bomba na lua?

O jornal The Sun alega que, para a realização desse plano, os EUA usariam uma bomba atômica, pois a bomba de hidrogênio seria pesada demais.

Cientistas encontram petróleo no espaço

A Nebulosa Cabeça de Cavalo está sendo chamada pelos astrônomos de "refinaria cósmica". [Imagem: ESO]


Se o petróleo é razão de grandes disputas econômicas e, por vezes, até militares aqui na Terra, na nebulosa  apelidada de Cabeça de Cavalo as substâncias que compõem o “ouro negro” podem ser hiperabundantes.
É o que revela a pesquisa dos astrônomos do Instituto Max Planck, da Alemanha. Pela primeira vez, foram encontradas moléculas interestelares de C3H+, que integra a família dos hidrocarbonetos - partículas fundamentais na composição do petróleo. 
De acordo com o estudo, a nebulosa contém 200 vezes mais hidrocarbonetos do que a quantidade total de água em nosso planeta. A reserva fica na constelação de Órion e está a cerca de 1.400 anos-luz de distância da Terra (ou 26 milhões de anos de viagem da nave Voyager 1, a mais rápida da Terra).
Uma das explicações para os níveis “inesperadamente elevados” de hidrocarbonetos na nebulosa é a proximidade a uma estrela maciça, que brilha intensamente na região. O “petróleo” surge da fragmentação de moléculas gigantes, os hidrocarbonos policíclicos aromáticos(ou PAHs). Essas grandes partículas sofrem erosão com a radiação ultravioleta e se desintegram, criando uma grande quantidade de pequenos hidrocarbonetos.
A equipe fez um estudo químico completo da Nebulosa Cabeça do Cavalo, usando um radiotelescópio de 30 metros do Instituto de Radioastronomia Milimétrica, na Espanha. A descoberta confirma que a região é uma espécie de refinaria cósmica e pode ajudar a entender se esse tipo de óleo é realmente um composto fóssil ou tem origem mineral.
O que são nebulosas
Nebulosas são gigantescas nuvens de poeira, hidrogênio e plasma onde há formação de estrelas e, por tabela, de sistemas planetários. São formações astronômicas muito brilhantes e geralmente de fácil observação no céu, desde que com os instrumentos adequados.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Eclipse lunar ocorre hoje e será o último do ano




O eclipse lunar penumbral será o último eclipse do ano e ocorrerá nesta quarta-feira, 28 de novembro. O tipo de fenômeno será quase imperceptível. Ele poderá ser observado nas regiões árticas, grande parte da Ásia, na Europa, Austrália, Nova Zelândia, Havaí e também na África, com exceção do extremo oeste do continente. O fenômeno não será visível no Brasil.
Segundo o site Time and Date, o eclipse começará às 10h14, no horário de Brasília, e terá destaque por volta das 12h33, terminando às 14h51. O início do fenômeno não será visível a olho nu. Cerca de 30 minutos antes e depois do ápice do eclipse, uma luz acinzentada poderá ser vista ao longo da lua.
Os eclipses lunares podem ser totais, parciais ou penumbrais. No eclipse total, a Lua fica completamente encoberta pela sombra da Terra. Se não ficasse totalmente imersa, o eclipse seria parcial. Já o eclipse penumbral é quase imperceptível.

domingo, 25 de novembro de 2012

Imagem do Dia: Cascatas de Areia Escura em Marte


Essas feições podem até parecer árvores em Marte, mas não são. Grupos de listras na cor marrom escura têm sido fotografados pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter derretendo em dunas de areias rosadas cobertas com gelo claro. A imagem acima foi feita em Abril de 2008 perto do polo norte de Marte. Naquela época, a areia escura, localizada no interior das dunas de areia de Marte, tornavam-se cada vez mais visíveis à medida que o Sol da primavera derretia o gelo de dióxido de carbono que tem uma coloração mais clara. Quando esse derretimento acontecia perto do topo da duna, a areia escura podia cair em forma de cascata duna abaixo deixando para trás listras escuras na superfície, listras essas que numa primeira olhada podem parecer árvores localizadas na frente das regiões mais claras, mas sem gerar sombras. Objetos com até 25 centímetros de diâmetros podem ser observados nessa imagem que se espalha por aproximadamente 1 k. Imagens mais detalhadas de algumas partes dessa imagem mostram plumas, como a mostrada abaixo de uma avalanche registrada em Marte,  indicando que o deslizamento de areia estava ocorrendo até mesmo quando a imagem estava sendo feita.

Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap121125.html

Deserto de Danakil: conheça uma das paisagens mais bizarras da Terra



Gases tóxicos, lagos cheios de enxofre que fervem a 90°C, temperaturas altíssimas, areia movediça com ácido sulfúrico e vulcões fumegantes. A descrição do Deserto de Danakil, situado no nordeste da Etiópia, não é nem um pouco convidativa. Não é por menos que o local é conhecido como o “inferno na Terra”. Mas as fotos mostram que o inferno não é tão ruim assim. É lindo. E tem as paisagens mais bizarras do planeta.
É lá que fica a cratera vulcânica Dallol, pouco conhecida e raramente visitada – mas extraordinária. A paisagem única é formada por montanhas de sal e enxofre, gêiseres de gases venenosos e pequenas piscinas de ácidos coloridas.


Dallol é um dos lugares mais remotos da Terra e  poucas pessoas vivem lá, o que não é de se admirar. Afinal, quem gostaria de viver em um lugar tão perigoso como esse?
Além de tudo, Dallol detém atualmente o recorde da mais alta temperatura média para uma posição habitada na Terra, com temperatura anual média de 34°C.
As cores deslumbrantes vistas no local, como branco, amarelo, verde e vermelho, surgem devido à grande presença de enxofre, óxido de ferro, sal e outros minerais.

Embora seja muito perigoso, algumas pessoas sonham em conhecer o inferno terrestre e pagam caro por um tour. O passeio começa em Adis Abeba, a capital da Etiópia. De lá, é necessário pegar carona em uma caravana de camelos ou passar um dia inteiro viajando de carro.
Golpes políticos, revoltas, seca e fome na Etiópia colocaram Dallol fora do mapa por muito tempo. A área não era aberta à estrangeiros até 2001, e até hoje o local não é muito seguro. Quem visita a região ainda corre o perigo de virar refém de Ahmed Ela, a aldeia mais próxima ao vulcão.