sábado, 25 de junho de 2011

EUA querem nave interestelar dentro de cem anos



Nave espacial em 100 anos. 
Procura-se um projeto de nave interestelar cuja construção seja viável nos próximos cem anos.
Qualquer pessoa com uma ideia de como fazer isso acontecer - ou alguma objeção ética ou religiosa para não fazê-lo - tem até o dia 8 de julho para apresentar sua proposta.
O 100 Year Starship Study - estudo para uma espaçonave em 100 anos, em tradução livre - está sendo promovido pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançadas dos Estados Unidos (DARPA) 


Aonde ninguém jamais foi antes 

O objetivo é explorar e pesquisar "todas as questões ligadas aos voos espaciais de longa distância e de longa duração."
Autores de ficção científica, engenheiros e biólogos trocaram ideias durante um simpósio preliminar realizado em Janeiro deste ano.
Durante o evento, o geneticista Craig Venter teria sugerido uma solução bem pouco emocionante para os candidatos a exploradores espaciais: enviar DNA humano fragmentado para remontagem em outro planeta. 
Não consta que ele tenha indicado quem, ou o que, faria essa remontagem.

Será feita uma seleção dentre as novas ideias agora apresentadas, que serão discutidas em um simpósio a ser realizado, em Orlando, na Flórida, em setembro.



Fonte: gamevicio.com.br

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Existe vida em luas distantes?

Alien lua. concepção de um artista de uma exolua tipo-Terra


Imagine a vida em uma lua como a Terra, uma tão perto de seu planeta gigante gasoso que sua paisagem é banhado por um brilho intenso. Tais lugares não só são possíveis, mas também provável, de acordo com um novo estudo, que descobre que até 5% dos planetas gigantes gasosos que orbitam suas estrelas a distâncias semelhantes à Terra podem abrigar luas habitável chamadas "exoluas."
Durante a última década , caçadores de planetas fizeram uma varredura do céu, na esperança de detectar um planeta semelhante à Terra em uma órbita habitáveis ​​em torno de sua estrela como o sol. Kepler, da NASA, observatório, atualmente em órbita da Terra, é projetado para detectar dezenas de planetas, como eles fazem seu caminho através da face de suas estrelas-mãe. Mas até agora, a maioria das descobertas foram planetas gigantes em órbitas semelhantes à Terra, que são muito mais fáceis de detectar, mas muito quente e gasoso para abrigar vida. 
Simon Porter, no Observatório Lowell, em Flagstaff, Arizona, e seus colegas criaram modelos de computador de 12.000 planetas hipotéticos sobre o tamanho da Terra que tinham sido capturados gravitacionalmente por gigantes gasosos como Júpiter. Os gigantes de gás simulada orbitava sua estrela a uma distância certa para que a vida seja possível sobre esses planetas que virou luas.
Todos os satélites simuladas começou em órbitas muito elípticas em torno gigantes de gás, a equipe apresentará um relatório na próxima edição da The Astrophysical Journal Letters . Ao longo de centenas de milhares de anos, metade deles colidiu com seus planetas ou foram cuspidos da órbita. Mas a outra metade evoluiu órbitas estáveis, permitindo-lhes desenvolver climas estáveis ​​ao longo de bilhões de anos. Climas como são pensados ​​para ser necessárias para a evolução da vida complexa.
Os astrônomos ainda têm de detectar qualquer exoluas, no entanto,  não está claro quantas Terras como essas seriam capturados em primeiro lugar. Isso é "o principal problema com este papel", diz Alan Boss, um cientista planetário no Instituto Carnegie para Ciência, em Washington, DC Até agora, diz ele, os modelos sugerem que a probabilidade de captura  é baixo.
Kepler deverá detectar cerca de 300 planetas gigantes em ou perto de zonas habitáveis ​​até o final de sua missão de três anos e meio, observa Porter, acrescentando dezenas de exoluas possível lista.
Se a vida poderia sobreviver em tais luas é outra questão. Júpiter e outros planetas exo-gigante de gás são pensados ​​para ter forte cinturões de radiação que poderiam bloquear a vida nas imediações. No entanto, como observa Grundy, água e sujeira sólida  mais radiação. Isso significa que a vida subterrânea ou submarina pode prosperar. Mesmo assim, Jack Lissauer, cientista planetário da NASA Ames Research Center, em Moffett Field, Califórnia, diz que o calor gerado próximo das luas  iria ferver a água fora do satélite natural. "O corpo teria de ter tido bastante água antes da formação, a fim de manter um estoque suficiente para suportar a vida."
O desafio real, diz Lisa Kaltenegger, astrônomo do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica, em Cambridge, Massachusetts, será identificar tais luas potencialmente habitáveis, após encontrá-los. Isso exigiria observando suas atmosferas, o que não é uma tarefa fácil.

Fonte: news.sciencemag.org

Astrônomos descobrem detalhes do Aglomerado de Galáxias de Pandora



O Observatório Europeu do Sul (ESO) divulgou nesta quarta-feira a conclusão de um estudo que pode ajudar a entender como a matéria escura e os vários componentes do universo interagem uns com os outros. Uma equipe, que incluía três brasileiros, analisou imagens do grupo de galáxias Abell 2744, apelidado de Aglomerado de Galáxias de Pandora. E o mais provável é que a formação seja o resultado de simultâneos choques de pelo menos quatro grupos de galáxias, que ocorreram num período de 350 milhões anos, com essa complexa colisão produzindo estranhos efeitos nunca vistos antes.
Aglomerados de galáxias são as maiores estruturas no cosmos, contendo literalmente trilhões de estrelas. Os astrônomos foram capazes de mapear a localização de três diferentes tipos de matéria no sistema. Embora as galáxias sejam brilhantes, elas representam menos de 5% da massa. O restante é formado por gás (cerca de 20%) e matéria escura (cerca de 75%), que é completamente invisível. A análise desse mapeamento proporcionou mais informações sobre como a matéria escura se comporta quando bate em matéria comum. O Aglomerado de Pandora combina vários fenômenos que até agora só tinham sido vistos isoladamente em outros sistemas.
- Como um investigador de um acidente reunindo as peças para entender suas causas, podemos usar as observações dessas colisões cósmicas para reconstruir eventos que ocorreram milhões de anos atrás. Isso pode revelar como as estruturas se formam no universo e como diferentes tipos de matéria interagem quando são esmagadas juntas - Julian Mertendisse, uma das cientistas do estudo. - É provável que as quatro galáxias tenham sido entidades completamente separadas antes desta colisão.
Foram usados dados coletados pelo telescópio japonês Subaru; o VLT ("Very Large Telescope", ou "Telescópio Muito Grande" , em inglês), do ESO; o Telescópio Espacial Hubble, da Nasa e da Agência Espacial Europeia (ESA); e o Observatório de raios-X Chandra.

Fonte: paraiba.com.br

terça-feira, 21 de junho de 2011

Robô vai buscar indícios de vida em Marte

Em agosto de 2012, o Curiosity chega ao Planeta Vermelho em busca de indícios de vida

A NASA divulgou novas imagens de seu veículo Curiosity, que deve avaliar a existência de vida em Marte a partir do ano que vem. O robô passou por um teste de mobilidade em 3 de junho no Laboratório de Propulsão a Jato, em Pasadena, na Califórnia. Em breve, o veículo será transportado ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida, que realizará seu lançamento até novembro.

O Curiosity é a mais nova ferramenta do Programa de Exploração de Marte. Seu objetivo é descobrir se o planeta teve algum dia ambiente capaz de suportar vida microscópica – e, se sim, se possui condições que preservaram seus indícios.
São dez instrumentos científicos elaborados para examinar pedras, solo e atmosfera em Marte. Um laser, por exemplo, irá vaporizar pedaços de rocha à distância enquanto outro buscará compostos orgânicos. Cada roda do veículo tem um motor independente, o que o permite girar 360º sem sair do lugar.
Com 2,8 metros de comprimento, o Curiosity tem o dobro do tamanho de seus antecessores, o Spirit e o Opportunity. Ele deve chegar a Marte em agosto de 2012, pousando com a ajuda de um paraquedas.
Fonte: exame.abril.com.br

Nasa fotografa lua gelada de Saturno


 Em sua missão para compreender melhor a estrutura das diferentes luas de Saturno, a nave Cassini, da Nasa, fotografou de perto pela segunda vez o satélite Helene.
Em 18 de junho, a nave chegou a 6.968 km da superfície da lua de gelo; em sua primeira passagem, em março de 2010, ela havia chegado muito mais próxima, a 1820 km . 


Saturno possui 62 luas confirmadas, a maioria, como é o caso de Helene, não é grande – ela possui apenas 17,6 km de raio médio.  Grande parte dos satélites do planeta foi batizada conforme a mitologia grega e possui os nomes dos parentes de Kronus – que, na mitologia romana é conhecido como Saturno.
Originalmente chamada de S/1980 S6, Helene recebeu o nome da neta de Kronus, filha de Zeus. Na mitologia grega, Helena foi a causa da Guerra de Tróia. 

Fonte: info.abril.com.br

Buzz Aldrin pede cooperação entre países para levar homem a Marte

O astronauta Buzz Aldrin, que pisou na Lua junto com Neil Armstrong na missão Apollo 11, declarou nesta segunda-feira que deve haver "uma liderança unificada" para futuras viagens a Marte sem que um país esteja à frente de outro, em uma fórmula de colaboração similar à da Organização das Nações Unidas (ONU).


Buzz Aldrin participou da missão Apollo 11,
 que levou o homem à Lua em 1969
Aldrin participou de um encontro com jornalistas durante sua participação no Festival Starmus, um ciclo de conferências em Tenerife e La Palma, nas Ilhas Canárias, em homenagem ao 50º aniversário do primeiro voo espacial, tripulado pelo cosmonauta russo Yuri Gagarin.

O engenheiro mecânico da Agência Espacial Americana (Nasa) e piloto do módulo lunar da Apollo 11 afirmou que o início da corrida espacial foi marcado por "avanços muito importantes", em um processo acelerado pela Guerra Fria.
"Os Estados Unidos precisavam passar a impressão que tinham avançado mais que a União Soviética e essa concorrência encorajou o presidente John Fitzgerald Kennedy e também o público, que foi seduzido pela história", disse.
Aldrin e Armstrong, comandante da missão Apolo 11, se tornaram os primeiros homens a pisar na Lua no dia 20 de julho de 1969.
Em seu discurso nesta segunda-feira, Aldrin afirmou que o maior desafio técnico da missão foi conseguir um pouso suave na lua e lembrou que o maior impulso veio do presidente Kennedy. "Ele disse então que antes de uma década haveria um homem na Lua", recordou.
O impacto em curto prazo da presença do homem na Lua foi a sensação que a façanha tinha sido conquistada pela Humanidade, não apenas pelos EUA, considerou Aldrin, ressaltando a necessidade da cooperação entre países para futuras missões a Marte devido ao alto custo das operações.
De sua experiência como astronauta, o americano detalhou que também existe concorrência entre os membros de uma missão e por isso os psicólogos aconselham que o número de tripulantes seja ímpar, para alguém assumir a liderança.
"As pessoas precisam conviver e vejo problemas nesse aspecto", apontou o astronauta americano, que começou sua carreira na Nasa em 1957 e ainda recorda os problemas que outros companheiros tinham nos experimentos com falta de gravidade.
Buzz Aldrin disse ainda que se decepcionou pelo fato da Nasa não continuar seus programas de experimentos com falta de gravidade e lembrou que ele foi o primeiro a treinar sob a água.
"Me arrependo de duas coisas dos meus anos de astronauta: quando a Nasa cancelou esses testes e também do design da nave espacial que sucedeu a Apollo, quando puseram remendos e quiseram reutilizar os sistemas anteriores", finalizou.
Fonte: estadao.com.br 

Imagens feitas por telescópio em órbita do sol revelam detalhes do espaço


Nasa divulga imagens em infra-vermelho, que não são vistas a olho nu, coletadas por telescópio.

Em órbita ao redor do sol, o telescópio de US$ 800 milhões tem instrumentos que coletam radiação infra-vermelha emitida por nebulosas, estrelas e galáxias.
Entre as mais recentes imagens captadas pelo Spitzer e divulgadas pela Nasa está a da nebulosa do "anel esmeralda".
O brilho verde do anel em torno da nebulosa RCW 120, localizada a 4,3 mil anos-luz da Terra, não pode ser visto pelo olho humano, mas representa a luz infra-vermelha vinda de minúsculos grãos de poeira chamados hidrocarbonetos aromáticos policíclicos.
Em outra imagem feita pelo Spitzer, é possível ver detalhes de um berçário de estrelas localizado dentro da constelação de Órion.
Uma montagem feita com informações coletadas pelo telescópio Spitzer e pelo Galaxy Evolution Explorer também revelou três exemplos de colisões entre galáxias.
Inicialmente, esperava-se que o Spitzer operasse por apenas 30 meses, já que seus instrumentos precisavam ser resfriados por hélio líquido e os cientistas acreditavam que a substância acabaria em 2006.

Na verdade, o hélio do telescópio durou até maio de 2009, quando a maior parte de seus instrumentos teve de ser desligada.
Uma câmera, no entanto, continua a operar e a registrar o universo em infra-vermelho.




Fonte: estadao.com.br