segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Vídeo da chuva de Meteoros.
Foram muitos os que perderam a chuva de meteoros no dia 13 de agosto de sexta para sábado,e o Mecânica trás um pequeno vídeo para os que deixaram de acompanhar ao vivo esse espetáculo. O vídeo é pequeno, mas é suficiente para se ter ideia de como foi o fenômeno.
Quem não viu por motivo de não saber, ou falta de visibilidade no céu poderá ver ano que vem a essa mesma época do ano e claro que o Mecânica ira mais uma vez avisar aos leitores.
Mecânica do Universo, Aqui você vê o que acontece além do céu
domingo, 14 de agosto de 2011
Eram os Deuses astronautas?
| Artefatos antigos, a partir de 10.000 aC, foram encontrados para mostrar imagens de homens estranhos vestindo o que parece ser trajes espaciais. Às vezes estranhos, às vezes humanos, estes são sempre representados com capacetes transparentes e às vezes podem ser vistos segurando objetos estranhos, talvez, armas ou ferramentas. |
Já então a dupla indicou um possível deus astronauta: o enigmático personagem da mitologia suméria, Oannes. Quimera metade peixe, diz a lenda que a criatura surgiu no Golfo Pérsico por volta de 4.000AC e ensinou várias artes e ciências aos homens. Seriam os ecos longínquos do contato com um alienígena?
São os rituais e lendas do povo Dogon na África. Coincidência ou não, esta tribo distante também fala da chegada de uma quimera peixe-serpente, chamada Nummo, vinda diretamente do sistema estelar de Sírio. Não apenas o mito faz referência astronômica ao sistema estelar, ele inclui alguns detalhes que só foram confirmados pela ciência no século passado. A especulação se torna subitamente sólida quando as “lendas” possuem elementos que apenas grandes telescópios – ou viajantes extraterrestres – poderiam conhecer. Seria este o caso perfeito? Pelo menos é o que enganadores vendem.
O que nunca contam é que a história não pára aí. Há algo muito estranho quando descobrimos que os Dogon acreditam que o Nummo foi crucificado (!) e ressuscitou, e que deve retornar uma segunda vez à Terra. Soa familiar? Demasiadamente familiar. Em verdade as lendas astronômicas Dogon mais extraordinárias têm uma única fonte, o antropólogo Marcel Griaule que manteve contato com a tribo nos anos 1930 e 40. Outros antropólogos em contato com a mesma tribo antes e depois falharam em confirmar as extraordinárias lendas.
Não se suspeita que Griaule inventou as histórias, mas é revelador que os supostos mitos ancestrais espelhem os mitos e conhecimentos do próprio europeu. Os supostos conhecimentos astronômicos Dogon também contêm alguns erros, idênticos aos da astronomia européia no início do século passado. Pelo visto a tribo Dogon não devia estar tão isolada dos europeus, e como Sagan notou, a civilização alienígena com conhecimentos astronômicos sofisticados em contato com os Dogon que o antropólogo descobriu era… sua própria civilização.
A possibilidade de que tenhamos sido contatados persiste e deve ser tomada a sério. O pulo do possível para o provável, e deste para o comprovado no entanto ainda não foi dado.Fonte: ceticismoaberto.com
Telescópio Hubble flagra "exclamação" de galáxias
![]() |
| (Raio-x NASA/CXC/IfA/D.Sanders et al; Ótico NASA/STScI/NRAO/A.Evans et al) |
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/exclamacao-cosmica-e-flagrada-pelas-lentes-do-hubble--2
Os maiores mistérios do cinturão de asteroides
Entre as órbitas de Marte e do distante Júpiter existem centenas de milhares de corpos rochosos conhecidos como o cinturão de asteroides.
Muitos sistemas solares devem conter cinturões como esse, que em filmes de ficção científica normalmente são apresentados como rochas que não permitiriam a mínima locomoção para qualquer astronauta. Pode ser assim em outros sistemas, mas no nosso os corpos rochosos estão bem distantes uns dos outros.
A sonda Dawn vai investigar o segundo maior corpo do cinturão, o Vesta. Em 2015, ela deve continuar em órbita no maior objeto celeste, o Ceres – responsável por quase um terço da massa do cinturão de asteróides, sendo maior do que Plutão.
Dawn é a primeira sonda a orbitar um corpo celeste – quem dirá dois – no cinturão de asteróides. Com isso, alguns mistérios do cinturão estão sendo desvendados. Confira quais:
Origem dos asteróides separados
A teoria mais aceita sobre as rochas esparsas em nosso cinturão é que isso teria sido resultado da interferência gravitacional dos grandes planetas vizinhos. Com as futuras descobertas e aprendizado das localizações dos cinturões de asteroides em outros sistemas solares, será possível confirmar a teoria.
A teoria mais aceita sobre as rochas esparsas em nosso cinturão é que isso teria sido resultado da interferência gravitacional dos grandes planetas vizinhos. Com as futuras descobertas e aprendizado das localizações dos cinturões de asteroides em outros sistemas solares, será possível confirmar a teoria.
Secos e molhados
Vesta e Ceres são relativamente próximos, mas são muito diferentes. Essencialmente, Vesta é “seco”, enquanto Ceres é “molhado”. O primeiro corpo celeste é parecido com a lua e com a Terra, com núcleo de ferro. Ceres, por sua vez, está mais parecido com água e gelo.
Vesta e Ceres são relativamente próximos, mas são muito diferentes. Essencialmente, Vesta é “seco”, enquanto Ceres é “molhado”. O primeiro corpo celeste é parecido com a lua e com a Terra, com núcleo de ferro. Ceres, por sua vez, está mais parecido com água e gelo.
Os cientistas acreditam que a razão por trás das composições contrastantes tem a ver com quando os corpos foram formados. Vesta teria sido formado apenas alguns milhões de anos antes de Ceres, o suficiente para se tornar quente e seco. Ceres, por sua vez, foi refrigerado por fora.
Muita Vesta, pouco Ceres
Se Vesta, como sugere a teoria, se formou antes de Ceres, isso pode explicar o mistério de por que há tão poucos asteroides do tipo de Vesta no cinturão. A maioria dos casos conhecidos parecem ter vindo do próprio Vesta, tendo sido arrancados por uma colisão muito tempo atrás.
Se Vesta, como sugere a teoria, se formou antes de Ceres, isso pode explicar o mistério de por que há tão poucos asteroides do tipo de Vesta no cinturão. A maioria dos casos conhecidos parecem ter vindo do próprio Vesta, tendo sido arrancados por uma colisão muito tempo atrás.
A colisão teria resultado em uma explosão, lançou alguns fragmentos do asteroide para a Terra – cerca de 20 meteoritos (rochas espaciais que sobrevivem na passagem pela atmosfera terrestre por todo o caminho até o chão) foram encontrados.
Mas nenhum meteorito parece ter se originado de Ceres. Isso porque mesmo que pedaços de gelo se desprendessem de Ceres, eles se desintegrariam com o calor na entrada da atmosfera da Terra.
A sonda Dawn irá estudar a superfície de Ceres para avaliar essa hipótese. Outra teoria para os meteoritos de Vesta terem chegado por aqui e os de Ceres não é a gravidade de Júpiter, que ajudaria no bombardeamento de muito mais estilhaços de Vesta em nosso caminho.
Portadores da vida e da morte?
Durante o planejamento da missão Dawn, alguns cientistas expressaram preocupação sobre o envio da sonda para Ceres, pois ele seria um interessante objeto de astrobiologia. Como ele tem água e uma boa temperatura sob a superfície, é possível que a missão pudesse contamiar o asteroide.
Durante o planejamento da missão Dawn, alguns cientistas expressaram preocupação sobre o envio da sonda para Ceres, pois ele seria um interessante objeto de astrobiologia. Como ele tem água e uma boa temperatura sob a superfície, é possível que a missão pudesse contamiar o asteroide.
Com essas condições, seria possível alguma manifestação de vida em Ceres, e esse é um dos estudos que a futura missão da NASA pretende realizar. Se existir vida em algum asteroide do cinturão, eles poderiam responder até pela origem da vida na Terra, já que a teoria da panspermia sugere que a vida não começou aqui, mas que foram desenvolvidas em outros lugares, sendo entregues a Terra a parir de um meteorito.
Asteroides tem tido um grande impacto sobre a vida na Terra. Um acabou com os dinossauros do nosso planeta e outro pode ter dado origem a água na Terra. Asteroides não são ruins nem bons, mas trazem mudanças significativas para o nosso planeta.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Siga as dicas para visualizar a chuva de meteoros.
por: Venâncio Neto
O Mecânica traz as dicas para poder ver a chuva de meteoros,então sorte a todos.
Dicas
Quem conhece as estrelas, deve procurar a constelação de Perseu. Como ela é bastante conhecida, vamos a outras opções. Primeiro, você deve olhar para o leste, onde o sol nasce. Entre o horizonte (ponto mais baixo) e o zênite - ponto mais alto do céu, que fica sobre as nossas cabeças -, você vai encontrar as Três Marias (Cinturão de Órion). Então, comece a virar em direção à esquerda e passe a olhar para o Norte, girando 90 graus. Pronto, é só esperar pela famosa chuva.
Chuva de meteoros poderá ser vista no Norte e Nordeste do Brasil
Entre a noite desta sexta-feira e a madrugada deste sábado, os moradores do Norte e Nordeste do Brasil, terão a chance de ver uma chuva de meteoros a olho nu. A chuva poderá ser vista apenas de forma isolada no Brasil, segundo o físico do Observatório Astronômico do Centro de Divulgação Cultural, Jorge Hanel.
Para visualizar com mais clareza a chuva de meteoros Perseidas, o astrônomo Paulo César Pereira, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, é importante escolher um local adequado e saber a direção correta, além de se distanciar das luzes dos centros urbanos.
Paulo César explica que "o céu escuro aumenta o contraste com a luminosidade dos meteoros", já que não possuem um brilho intenso, o que facilita a visibilidade.
O nome da chuva se dá devido aos meteoros aparecerem na direção da constelação de Perseu. Ocorre anualmente quando a Terra atravessa os detritos do cometa Swift-Tuttle.
O astrônomo ainda disse que em outubro os brasileiros poderão ver o fenômeno novamente, desta vez no Hemisfério Sul, quando a Terra cruzar com a poeira do cometa Halley, a segunda vez no ano que acontece o fenômeno.
A chuva Orionídeas - dentro da constelação de Orion - acontece entre os dias 15 e 29 de outubro, com seu ápice podendo durar duas ou três noites.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Robô da NASA chegou à cratera marciana Endeavour
A cratera Endeavour tem 22 quilómetros de diâmetro (NASA)
Depois de quase três anos de viagem por Marte, o robô Opportunity chegou à cratera Endeavour, para estudar rochas que nunca antes tinham sido observadas, revela hoje a agência espacial norte-americana NASA.
“A NASA continua a escrever capítulos notáveis na história da exploração espacial com novas descobertas em Marte”, comentou o administrador da agência, Charles Bolden, em comunicado.
A cratera Endeavour tem 22 quilómetros de diâmetro, sendo 25 vezes maior do que a cratera Vitória. Os cientistas esperam conseguir observar rochas e solos mais antigos do que aqueles estudados pelo robô durante os seus primeiros sete anos em Marte.
De facto, a cratera Endeavour tem sido eleita como um destino para o robô, desde que a sonda Mars Reconnaissance Orbiter detectou minerais em argilas que se terão formado num período mais quente e húmido do planeta. “Em breve teremos oportunidade para ter amostras de um tipo de rochas que os robôs ainda não recolheram”, comentou Matthew Golombek, membro da equipa responsável pelo Opportunity. “Encontrar minerais argilosos formados em condições húmidas pode dar-nos pistas importantes sobre um ambiente potencialmente habitável, que pode ter sido muito diferente do ambiente que deu origem às rochas que existem nas planícies” do planeta.
Fonte: http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/robo-da-nasa-chegou-a-cratera-de-marte-endeavour_1507226
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